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Mostrando postagens com marcador Isa Dora. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, dezembro 21, 2009

Nada de novo...

As pessoas estão por aí famintas.

Os jornais, diariamente relatam as mazelas das cidades. Não assisto mais aos jornais. Nada de novo trazem, nada.

Eles não me dizem nada.

quinta-feira, março 12, 2009

Blogagem Coletiva

.
Todo mundo participou da Blogagem Coletiva sobre Inclusão Social, menos o Reticências. De boa. 
Nota mental: visitar mais blogs é o canal. 

sábado, fevereiro 28, 2009

Selinhos :)

Hoje o post é para agradecer o carinho que os amigos blogueiros tem conosco! Obrigada por se lembrarem de nós!



Selinho da Débora: 




e um selinho do Bruno: 


do blog De mim pra mim. 

Ter o selinho do Bruno exigiu de nós o cumprimento de algumas regrinhas: 
1. Indicar 7 blogs. 
2. Colocar o link da postagem juntamente com o selo no blog. 
3. Comentar sempre em seus blogs homenageados. 
(Só isso, gente; facinho, facinho!)

A lista dos 7 blogs (linko e ainda falo pq merece hehehe): 

Re-Novidade, pq o Év é um amigo sincero, legal, que temum blog que fala sobre as coisas do alto, que fala sobre amor, que fala sobre vida. 
Querendo saber..., a Lu é linda, ela compartilha a vida dela de uma forma tão legal, o blog dela é gostoso de ler.  
Izaberum, a Iza é inteligente, centrada, amorosa, e gosta de tudo certinho. E é uma colecionadora de selos, bem como uma distribuidora de selos :D
Presente a limpo, o blog desse moço (que atende pelo nome de Felipe) é excelente. Fala de sua vida, do que vive, do que viveu, sobre relacionamentos, e é divertidíssimo. É um blog que achei há pouco tempo, mas merece! 
O Cronista Crônico, o Elton é um menino que escreve bem pra caramba, adoro seus "devaneios" e "prolixidades". 
Johnny Bongos, o Johnny é um cara que expõe suas opiniões de maneira objetiva, sem rodeios, despeja com vontade o que pensa. 
Mô blog, a Celis dispensa comentários. Ela é tudo de bom.
Ah, acho que vou dar pra mais alguém: Vai para Nina Vieira do blog Sobre fatalismos. Curti muito seu blog desde a 1ª vez q li. 






As meninas do Reticências... agradecem e muito pela lembrança! 

terça-feira, janeiro 27, 2009

A folha que sobrou do caderno

Ano passado, estudantes de design da UFBA produziram um documentário. O divulgaram no NDesing, evento que reúne estudantes e profissionais da categoria. Ele se chama: A folha que sobrou do caderno. Tal vídeo fala da situação das escolas de design do país. Dos métodos de ensino utilizados, da estrutura da universidade, e de como os universitários lidam com isso. Apesar de ser um vídeo feito por estudantes de design, é de interesse geral, já que o que se observa nos documentário, se vive em qualquer outro curso de graduação em qualquer parte do país. 

Que a universidade pública nem sempre, ou quase nunca oferece estrutura para os estudantes terem aprendizagem satisfatória, nós sabemos. Em certas universidades falta de tudo. De laboratórios a livros. Mas se a universidade não proporciona condições para melhoria da qualidade do ensino/aprendizagem, cabe ao estudante tentar adquirir mais conhecimento e informação. O professor vai fornecer um mínimo de matéria (até mesmo pelos tais métodos de ensino decadentes, e que põem o professor como o dono da verdade, acima do bem e do mal.), e isso não vai te fazer um bom profissional. Precisamos ir além. O ensino hoje em dia ainda é conservador. Não há espaço para trocas. O ensino vem de cima pra baixo (professor –> aluno). Pouca matéria estudada, nada de questionamentos, ideais na lata do lixo, ninguém se atreve mais a pensar, apenas aprende a resolver as questões dadas, os problemas... 

Hoje, a sociedade quer que tenhamos um bom emprego, que garanta futuramente nossa aposentadoria gordinha, e uma vida abastada hoje. Quem não quer? Mas é só isso? A universidade serve apenas para que possamos ter uma formação que nos permita um emprego? Tudo bem: idealismo não enche barriga! Mas não se pode deixar as coisas como estão, e reclamar solitariamente de que a universidade está caindo, e que os professores não prestam. 

Se está tudo caindo, não se pode deixar como está. Existe gente que quer mudar, que quer tirar as coisas do lugar, que fazer um reboliço. Que quer que o estudante reaja e que o profissional brigue pelos seus direitos. 

Pra quem ainda é estudante: Lute pelos seus direitos. E isso não é fazer arruaça. É somente brigar por coisas relevantes à sua vida acadêmica e da universidade. Discuta, debata. Acrescente. Compartilhe conhecimento, idéias. Desafios, propostas, pensamentos e questionamentos. A universidade serve pra isso.

Vamos deixar a passividade de lado. Temos um papel diante de tudo isso. 

quarta-feira, novembro 05, 2008

Sobre Obama

Ou: de como eu me contradigo


Acabo de falar: Não acredito nos políticos. Mas como não acreditar que Obama foi eleito pra trazer uma mudança aos EUA?

A euforia dos americanos (e dos jovens! ah, os jovens...) ao vê-lo eleito, não é apenas a euforia do momento. E sim, o desejo aflorado de que os próximos anos sejam melhores. Que venham trazer mais dignidade ao povo. E como eu ouvi falar hoje algumas vezes na TV, que apague o passado de racismo, de discriminação. Apagar não. Impossível... Mas dar um novo rumo à história... Dá até pra vislumbrar um tempo de mais igualdade, ao menos nesse aspecto. Poderia expor minhas opiniões em relação ao que a eleição de Obama pode vir a representar no mundo, mas isso todos lemos, ou vimos nos jornais. Ele pode até frustrar as expectativas do povo (o que eu duvido muito!), mas Obama já é a mudança por si só.

 

Eu continuo acreditando nas pessoas. E também acredito no que elas acreditam. 




Beautiful day - U2 ♪

Pra (baixar) e ouvir.

sexta-feira, outubro 31, 2008

Eu acredito

Essa semana eu estava lendo e escrevendo no secret blog (q escrevo com umas amigas q vc, leitor extremamente assíduo e fiel ao Reticências conhece bem).

E a amiga Erika, comentou: Já não levanto bandeiras de partidos, Já não vale a pena. Prefiro levantar a bandeira do povo.  

Fiquei maravilhada com essa frase.

 

 

Eu já não acredito nos políticos, eu acredito nas pessoas. 




to be continued...

sábado, maio 03, 2008

Pirotecnia

Usando de um sensacionalismo de mau gosto, a imprensa tem ganhado muito (e faturado com publicidade) com a exploração dos acontecimentos que se referem à morte da garota Isabela Nardoni. O caso está sendo noticiado em todo o país, e toda a imprensa está envolvida na divulgação dos fatos. Além de vir com a desculpa de que está informando o público, e o caso acaba por ter um "q" de entretenimento quase novelístico.
A imprensa se valendo de exageros, influencia de forma tal, que muitas vezes induz e direciona a opinião pública a formar juízo em relação ao caso, antes mesmo da elucidação completa dos fatos. Divulgando entrevistas e depoimentos não-oficiais, confunde a população que anda ávida por mais e mais notícias sobre o acontecido. A imprensa mais atrapalha do que ajuda.
Além do que, há ainda a polícia dando o veredicto antecipado, sendo que a história ainda tem muito furos, muitos fatos desencontrados, muitos fatos obscuros, o que ainda impossibilita conclusões.
Ahhhh quanta pirotecnia(como escreveu o Dom) ...
No nosso pais várias pessoas morrem de maneiras tão ou mais trágicas que esta garota, e ninguém noticia isso. Não, não estou tirando a gravidade do caso da menina Isabela. Mas ninguém liga pra aqueles que morrem todos os dias nas periferias, no meio de tiroteios nos morros, em acidentes nas BR's mal cuidadas em todo o país... Viram apenas números.

terça-feira, janeiro 22, 2008

Um ano!

Este blog completa um ano de existência. Nesse tempo todo, tivemos idéias e as difundimos. Tivemos desejos verdadeiros de mudanças. Tivemos coragem pra pensar nos problemas, tivemos força pra enxergar soluções e tivemos sonhos de um país mais justo, igualitário... Sonhos de uma sociedade menos voltada para si mesma, mas sim, voltada para os outros, para as coisas simples, para as coisas que valem a pena.
Obrigada a todos que já passaram por aqui, que nos leram, que nos prestigiaram, que criticaram, que elogiaram... A todos que comentam sempre! Obrigada a todos que só dão uma olhadinha de vez em quando, que já nos linkaram em seus blogs...
Esse blog não vai parar tão cedo. E eu acho que é dia de festejar...
Abraços.

terça-feira, novembro 20, 2007

Pelo Dia da Consciência Negra.

Comemorar a consciência negra, não é somente lembrar os feitos históricos de um povo oprimido que clamava por liberdade, mas também reconhecer nosso verdadeiro lugar na sociedade presente, uma sociedade que precisa ter igualdade de oportunidades, e respeito as diversidades, somos um povo que é o braço forte deste país e deixamos nossa identidade no traço genético de cada brasileiro, e como brasileiro, negra brasileira, desejo a esse Brasil de misturas e encantos, dias de igualdade, liberdade e progresso, não com utopia, mas sim como uma realidade que urge da vontade de um povo que humilhado pela escravidão ganha seu sofrido pão de cada dia, dignificado pelo suor do seu rosto e marginalizado por um sistema q mesmo liberto nos faz escravos....
Lembremos de nossos antepassados, glorifiquemos seus feitos, sem contudo esquecer que o meu feito também precisa ser glorioso e dignos de quem realmente somos, negros na cor e fortes com louvor, para ver a justiça acontecer!
Este é nosso desafio, a luta continua...Axé!

quinta-feira, agosto 16, 2007

O Brasil não é um bom assunto*.

Médicos entram em greve em hospitais públicos no nordeste, pessoas são queimadas vivas por terem uma opção sexual diversa, professores e servidores públicos em greve há quase 90 dias sem q nada se resolva, o apagão aéreo... Todos os dias assistimos e lemos jornais e revistas. Tomamos conhecimento de toda a barbárie q assola o país. Pessoas são mortas banalmente, porque não conseguem destravar o cinto de segurança em seu carro, ou porque algum marginal acordou num péssimo dia e resolveu dar um tiro à queima-roupa ao roubar o celular de um transeunte. Muita frieza. Tudo minimamente calculado. Ou não. Pais q sequestram filhos. Pais q enterrram filhos. Crianças q são abusadas. Pedofilia. Prostituição infantil e de adolescentes. Um sem número de coisas.
O caos instalado no país.

Deveria falar sobre flores, amigos, música, sobre o amor. O Brasil definitivamente não é um bom assunto.

*Frase do saudoso jornalista, Joel Silveira.

quinta-feira, julho 12, 2007

[...]

Eu não tenho estado tranquila.
A gente vive um mundo louco.
Onde a pressão por resultados é sempre imensa.
Onde a gente tem q viver correndo, pq tem q trabalhar muito, estudar muito, ganhar dinheiro, pra poder comprar aquela bolsa da moda q tá na vitrine daquele shopping no centro da cidade. Ou pq a gente quer ter uma família no futuro. Ou pelo mnos pq a gente quer se virar sozinha um dia.
A gente não pode negar q tudo isso é importante. Mas dentro disso tudo a gnte acaba esquecendo mil outras coisas. Coisas q a gente olha, pára pra pensar e desanima. O q eu posso fazer pra q essa realidade mude? A realidade dos faróis das grandes cidades, das favelas, dos presídios, dos meliantes...
Hoje eu tô pessimista. Eu até posso pensar em fazer um mundo diferente. Há muitos q pensam. Há poucos q agem. A luta é grande demais, e o exército é pequeno.
[...]
Bem, eu não sei o q fazer. Não sei mesmo. De vez em qdo bate um desespero. Mas qquer um já fez alguém feliz um dia, já fez uma boa ação. Talvez o caminho seja esse mesmo. Uma ação gera outra. Uma boa ação, vai sempre gerar outra boa ação. Mas não é fácil, pq a gente sempre vai esbarrar na pressão dos nossos dias, onde a gente tem q viver sempre correndo contra o tempo, seja por ter q ganhar o pão de cada dia, ou seja por planejar muito ganhá-lo um dia.

sábado, junho 23, 2007

Reforma

O Reticências vai entrar em reformas.
Em breve voltaremos.
E isso tem data marcada. Dia 1º.
:)

sexta-feira, junho 08, 2007

Sonhos de guerra

Esse texto é da Daanihh, ela publicou lá blog dela. Confiram aqui.

Essa noite eu sonhei com guerra. Uma guerra estúpida, noticiada na TV... Mas ao invés de estar só estar assistindo, me via como refugiada daquela guerra, que sinceramnete... Não tinha fim. Acordei, claro! Eu pude acordar, e ver que era um pesadelo apenas. Que eu não estava acorrentada àquela realidade de dor. Mas fiquei pensando em quem não pode acordar... E pensei enfim, nesse texto.

Desde os primórdios indícios de vida na terra as guerras eram frutos de disputas mais bobas e pequenas possíveis: Alimentos, moradia, disputa pela fêmea, disputa pela água, evolução adaptativa... Espécies animais competindo para melhorar, para se adaptar. Dentre essas, surgem simbioses. Associações de seres para tentar se adaptar às árduas condições da atmosfera primitiva.
Numa simbiose, surgiu uma mitocôndia. Surgiram várias mitocôndrias... E enfim, parece que a camada estufa se consolida, tornando viável a vida na terra.

Surge a camada de ozônio, morrem os dinossauros...
Parece então que a terra fora devidamente preparada para receber o ápice da evolução: O ser humano. Homo habilis, erectus, ergaster, neanderthal, sapiens e enfim, o nosso sapiens sapiens. Do latim: sábio.
Mas o que esse sapiens tem de sábio?
Dominamos ferramentas, escrita, máquinas.
Dominamos animais, sistemas interplanetários, detemos conhecimento, criamos medicina, religião, escolas... Conquistamos o mundo, depois de tantas adaptações evolutivas, que nos destacaram diante dos outros animais.

Fomos presenteados de recursos naturais: água, terra, florestas, plantações, animais para abate, sementes, fogo, luz solar, ouro, prata, minérios... Elementos químicos, radioatividade. Sim, todos presentes para a nossa descoberta.

Mas como se esperava... Somos animais. Dizemos, racionais... Mas sabemos que a coisa não segue bem por essas linhas.Logo surgiram guerras, que dizimaram populações inteiras. Para os cristãos: Apocalipese explica.
Para os céticos: Nem Freud explica.
Guerras. Seleção natural, assim como nos dinossauros? O melhor sobrevive? Lei do mais forte? Quem é mais forte? Você, ser humano? Tão forte, que destruirá o mundo e a si mesmo.

Talvez, alguns não acordem da guerra. Morram como pobres corpos desconhecidos no meio de tanta ignorância acumulada. Governos déspotas, pessoas tão podres por dentro, quanto a putrefação dos seus próprios corpos numa pilha de cadáveres. Arrogantes o suficiente para dizer também que eram raça eleita com regimes de extrema direita. Arrogantes para criarem cordões sanitários.

Arrogante, egoísta, estúpido.
Sapiens sapiens? Sei não, hein.

sexta-feira, junho 01, 2007

Nós dizemos não...

Dizemos não ao mundo onde quem mais tem é quem mais vale.
Dizemos não ao mundo que nega comida e nega amor, que condena a muitos a fome de comida e muitos mais a fome de abraços.
Dizemos não ao mundo que gasta bilhões de dólares na ajuda de uns poucos ricos, enquanto milhões de pessoas morrem de fome e doenças incuráveis.
Dizemos não ao sistema que põem preço nas coisas e nas pessoas.
Dizemos não ao sistema que converte o ser humano em simples fator de produção e em objeto de consumo.
Dizemos não ao sistema que produz doentes e analfabetos em larga escala e nos vende hospitais e escolas.
Dizemos não aos que estão transformando o planeta em fonte de renda que deve render ate a ultima gota de seu caldo.
Dizemos não aqueles que multiplicam a pobreza para que a riqueza possa se multiplicar.
Dizemos não aos poderosos fabricantes de opinião que nos tratam como se não existíssemos, ou como se fossemos sombras bobas.
Dizemos não aos grandes meios de comunicação que irradiam uma cultura alienante em escala universal e que nos convida a confundir o mundo com o carnaval ou com uma partida de futebol.
Nós dizemos não e nos negamos a aceitar essa mediocridade como destino.
Nós dizemos não aos que nos induzem a lavar as mãos perante as cotidianas crucificações que ocorrem ao nosso redor.
Seria bela a beleza, se não fosse justa?
Seria justa a justiça, se não fosse bela?
Nós dizemos não ao divorcio brutal entre a beleza e a justiça.
Acontece que nós dizemos não, e dizendo não, estamos dizendo sim...
Dizendo sim ao abraço fecundo e fraternal.
Dizendo sim a luta pela verdadeira democracia, onde a ninguém será negado o pão e a dignidade.
Dizendo sim à paz entre todos os cidadãos de uma sociedade justa, onde não existem excluídos. Dizemos sim ao sagrado direito de rebelião contra injustiça.
Dizemos não a mentira, estamos dizendo sim à sinceridade que alimenta o convívio fraterno.
Dizemos não a ditadura do dinheiro, estamos dizendo sim à liberdade das pessoas.
Dizendo não à paz sem dignidade, estamos dizendo sim a um mundo mais igualitário.
Dizendo não ao triste encanto dos desencantos, estamos dizendo sim à esperança.

EDUARDO GALEANO

sábado, maio 26, 2007

As mudanças

Estamos mudando. Os velhos padrões que por muito tempo sustentaram a sociedade estão sendo derrubados. Quebra de paradigmas. Revelam-se novas verdades. Inserem-se mudanças que abalam os quadros de estabilidade que davam suporte ao mundo social. Estabilidade. Quando se perde isso, acaba-se perdendo um apoio. A falta de apoio gera crise de identidade que faz parte das mudanças que estão ocorrendo. Mudanças que são estruturais, fazendo ser diferentes as identidades culturais, de classe, sexualidade, etnia e racionalidade, onde as fronteiras são bem menos definidas. Crise de identidade. Todos os padrões caindo por terra. Valores. Repensando valores o indivíduo começa a buscar tudo o que é verdadeiro belo e bom, e q é condicionado por um tipo de juízo moral pessoal, o próprio juízo, que não está necessariamente ligado à sociedade e época. . Bom, esse post não veio pra esclarecer. Acho q veio pra confundir. E fazer pensar sobre a nossa sociedade. E o q podemos fazer dela, com ela e por ela.

"É claro que somos as mesmas pessoas/Mas pare e perceba como seu dia-a-dia mudou/Mudaram os horários, hábitos, lugares/Inclusive as pessoas ao redor/São outros rostos, outras vozesInteragindo e modificando você/E aí surgem novos valores/Vindos de outras vontades/Alguns caindo por terra/Pra outros poderem crescer."

Eu sei q tem muita gente q não gosta, mas essa música tem tudo a ver com o post: Anacrônico, Pitty, quem puder, ouça.

;)

[Velho texto, reeditado]

sexta-feira, maio 04, 2007

Para o fim de semana...

Jovens!
Leiam, pensem, discutam, debatam, cheguem a soluções.
Esqueçam as respostas pré-moldadas, busquem as suas próprias respostas.
Lutem!
Vocês detém as armas mais poderosas do mundo.
Inteligência, força, vigor.
Atirem-se à luta pra poder fazer esse mundo melhor.

sábado, abril 21, 2007

Será q os jovens não se mobilizam mais?

"Quem é jovem quer mudar o mundo". Será que é isso mesmo? Bem, muitos de nós queremos, e às vezes conseguimos. Basta estarmos sintonizados com o que acontece na sociedade e sermos capazes de encontrar a nossa forma de contribuir, de ter uma participação social, ou de expressar nossas idéias.
Será que a geração de hoje desistiu de ter uma participação política e social? Será que a descrença dominou as pessoas?

Mas, será que hoje em dia a gente está mais engajada ou andamos mais acomodados e individualistas? Na década de 60, participar do movimento estudantil era, acima de tudo, correr riscos. Risco de perder a vida, perder a esperança, e, especialmente, perder a liberdade. Em uma época onde jovens morriam lutando por seus ideais, a união de estudantes era o caminho encontrado por muitos para dar força a suas idéias e reivindicar uma sociedade mais justa e igualitária.

Hoje, com as mudanças no cenário político-econômico nacional, muitos dos ideais originais do movimento estudantil se perderam e a maioria dos estudantes parece "aprisionada" dentro de um sistema que não prioriza o coletivo. Porém, jovens considerados por muitos como obstinados e idealistas se sobrepõem às dificuldades e continuam lutando, mostrando que a história do movimento estudantil está ligada, sobretudo, à resistência à criação de uma sociedade individualista. O mercado de trabalho muito competitivo, ajuda-nos a esquecermos o que está ao nosso redor.

Muito além do compromisso social que é dever de todos, os movimentos, estudantil, e muitos outros, aquecem discussões permitindo que o jovem amadureça suas idéias e as compartilhe, o que possibilita o desenvolvimento de uma consciência política muito importante para o país.

A consciência dos direitos individuais vem acompanhada da certeza de que estes somente se conquistam numa perspectiva social e solidária. Assim é que surgem as associações de bairro, os grupos ecológicos, os sindicatos de trabalhadores, os grupos de defesa da mulher e também as entidades estudantis, como órgãos representativos desse setor social.

E sabendo que para transformar alguma realidade você tem que buscar a igualdade.

sexta-feira, abril 13, 2007

Aquecimento...

A queima de combustíveis fósseis e o desmatamento emitem grandes quantidades de gases, em especial o CO2 na atmosfera. Este gás absorve bem a radiação terrestre. Quando ocorre o aumento deste gás, ocorre o aumento da temperatura e da quantidade de vapor de água na atmosfera, ocorrendo aquecimento da superfície terrestre. As plantas verdes absorvem CO2 durante a fotossíntese, mas atualmente tem sido liberada uma quantidade de gás maior que a capacidade de absorção das plantas. O CO2 acumulado na atmosfera bloqueia a saída de radiação quente para o espaço e manda de volta esta radiação aquecida, causando o chamado Efeito Estufa. Emissões de metano, óxido de nitrogênio e os clorofluorcarbonetos (CFC's) também contribuem para o efeito estufa. Os países mais desenvolvidos e mais industrializados, são responsáveis por cerca de 71% da emissão global de CO2. Os países em desenvolvimento, com 80% da população mundial, produzem aproximadamente 18% da emissão total. Os maiores efeitos do aquecimento global considerados por alguns cientistas são: os efeitos que a mudança climática causará na produção mundial de alimentos, mudanças na agricultura e a venda de commodities (o que poderá modificar a estrutura do comércio mundial).


Já não bastava tantos problemas sociais para preocupar as cabecinhas humanas, a natureza está se revoltando.
Desde à época do 2º grau, ouvia falar sobre o aquecimento global. Mas nunca poderia imaginar q as previsões para o futuro seriam tão catastróficas. Por exemplo, as calotas polares estão em processo de derretimento. Os animais pertencentes a esse habitat irão certamente começar a desaparecer. Além do que, qdo isso acontecer, o mar vai subir até um metro, e cidades como Recife e Rio de Janeiro certamente sofrerão com os alagamentos. Os fenômenos “el nino” e “la nina”, com os quais convivemos a alguns anos, tem alterado significativamente o nosso clima, são somente prévias do q ainda está por vir. As alterações no clima do planeta, representam um dos maiores desafios da humanidade. Pois, além de serem um problema global , envolve vários setores da sociedade, e necessita de uma tomada de consciência da importância da questão, exigindo mudanças em muitos hábitos de comportamento.

sexta-feira, março 23, 2007

Certo ou errado?

As vezes eu fico pensando sobre o q é certo ou errado. Se alguém não nos dissesse que tal coisa é errado, será q a gente iria achar isso também? Tipo, se o cachorro fosse gato, e o gato fosse cachorro, quem iria contestar, e dizer q não era? Pois então, o relativismo, é uma teoria filosófica que se baseia na relatividade do conhecimento e repudia qualquer verdade ou valor absoluto. Ela parte do pressuposto de que todo ponto de vista é válido.Essa filosofia afirma ainda que todas as posições morais, todos os sistemas religiosos, todos os movimentos políticos, etc., são verdades que são relativas ao indivíduo. Se todas as coisas são aparentes e relativas, então podemos afirmar que não existe nada de verdadeiro e absoluto entre as pessoas. Em outras palavras, se todas as pessoas negam a verdade absoluta e estabelece verdades relativas unicamente provindas de suas experiências, então tudo é aparente ao indivíduo. Perguntamos: partindo disso, como então poderá alguém julgar o que é realmente certo ou errado, verdade ou mentira? Se todas as “visões” morais são igualmente válidas, então que direito temos nós de punir alguém? Será que podemos sempre afirmar que aquilo ou aquela pessoa não tem razão? Para sabermos que algo ou alguém não está certo ou errado, nós primeiramente devemos ter um padrão de certo e errado pelo qual nós basearemos nossos julgamentos. Se aquele padrão de certo e errado for baseado no relativismo, então não temos nenhum padrão.
O relativismo, dessa forma, leva em consideração diversos tipos de análise, mesmo sendo análises aparentemente contraditórias. As diversas culturas humanas geram diferentes padrões segundo os quais as avaliações são geradas. Se abriu espaço para o relativismo nas ciências da cultura quando diz que a ciência é verdade para todos que querem a verdade, ou seja, por mais diferentes que sejam as análises geradas por pontos de vista culturais diferentes, elas sempre serão cientificamente verdadeiras, enquanto não refutadas.
No relativismo, os padrões de certo e errado são derivados de normas sociais. Se há mudanças na sociedade as normas morais de certo e errado podem mudar. Se seguirmos este paradigma, então não podemos julgar ninguém por qualquer coisa que tenha feito de errado, se o que consideramos errado agora pode tornar-se certo no futuro!

Além disso, se todas as coisas são aparentes e relativas, então podemos afirmar que não existe nada de verdadeiro e absoluto entre as pessoas. Em outras palavras, se todas as pessoas negam a verdade absoluta e estabelece verdades relativas unicamente provindas de suas experiências, então tudo é aparente ao indivíduo. Perguntamos: Partindo dessa premissa, como então poderá alguém julgar o que é realmente certo ou errado, verdade ou mentira?


Bem, a minha capacidade de finalizar e concluir posts foi pra o ralo, quem sabe um dia ela volta.

sexta-feira, março 02, 2007

Será que dá pra mudar essa situação?

As pessoas nascidas, criadas e q vivem na periferia e na favela, chamados de marginais por que realmente vivem à margem da sociedade, normalmente não conseguem sair dessa situação. São acusados até de falta de força de vontade, mas o q esqueceram de explicar é q a culpa não é somente deles.
Como um homem do povo pode desenvolver um querer, um projeto de prosperidade se desde à infância está condenado à subnutrição, à falta de escola, a moradia precária, ao desamparo educacional e dos serviços de saúde e à ausência de perspectiva no trabalho.

“Os homens fazem sua própria história, mas não a fazem como querem, não a fazem sob circunstâncias de sua escolha e sim sob aquelas com que se defrontam diretamente, legadas e transmitidas pelo passado”.
(Karl Marx)

Será que dá pra mudar essa situação?
Boas políticas existem. Soluções também. Mas falta vontade pra mudar, pra proporcionar oportunidades para essas pessoas q vivem à margem da sociedade. Falamos q uma boa educação pode mudar o destino de um país. Mas num país, onde livros novos enviados pelo MEC, para as escolas públicas de todo o país, são repassados para empresas de reciclagem de papel... a gente não consegue ver nenhum compromisso com aquilo q pode realmente mudar a vida de tanta gente.

Um bom fim de semana a todos q comentam.

:)